quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Morte de amor


Sonhos vêm e vão em meio a noite fria
calada madrugada completa nostalgia
Se levanta ofegante inundado em desespero
Medo, fracasso, choro, desenham o pesadelo

Em outra dimensão sem luz e sem calor
avistava a traição, bigamia do amor
O verde encantador retido no olhar
Escorria pela face gotas a pingar

Sem rumo e sem sentido perdido em esperança
Se inundava em próprio choro feito tempos criança
lhe sobrava como auxilio o saltitar do coração
De tanto saltitar lhe faltou a combustão

Em meio a loucura na qual ele acordou
Sofrerá arritmia descarrego de amor
Agora anestesia lhe roubava a reação
Entrava em pleno sono por outra dimensão

Talvez aquele amor que um dia lhe fez bem
não podia imaginar que faria mau também
E a culpa do acaso sobre caia na beleza
Que roubou da pobre moça o amor e a pureza

E como diz o ditado em sue contexto atraente
"os que os olhos não vem o coração não sente"
Talvez nem mesmo o sono esconda a dor sentida
E tampe nossos olhos para salvar a nossa vida

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