Claramente
o insolente, que insistente tanto mente
Faz
ardente e persistente, sua vertente mais doente
Agitado
e perturbado, complicado e isolado
Ampliado
ao seu lado, o mau olhado sem respaldo
Se
deslumbra por caxumba, em doença oriunda da tristeza mais profunda
Apelas-te
pra macumba, na roda do boi que bumba, boi preto cor penumbra
Calamidade,
em sua idade conviver com enfermidade.
E
encarar a realidade sem ter medo da verdade
Caminhando
vai cantando, nas pedras esbarrando, mas
jamais quase parando
Vai
tocando e levando, às vezes até sonhando e sempre acreditando
Na
fé que lhe vier, sobe o tom que a nota
der, na crença em Nazaré
É
assim que ele é, sem da nota ou rodapé, na prosa que disser
João
medonho catingueiro, corajoso, bandoleiro, descarado, “armengueiro”, nordestino
brasileiro, “fi de deus” do mundo
inteiro.
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